por CenterLab | abr 29, 2024 | Uncategorized
A gripe, conhecida popularmente como influenza, é uma infecção viral que afeta o sistema respiratório, notável pela sua alta capacidade de transmissão e pelo impacto significativo na ocupação hospitalar. O agente etiológico é o vírus da família Orthomyxoviridae, pertencente ao gênero Influenzavirus. No contexto da saúde humana global, os tipos A e B são os mais relevantes. O tipo A se subdivide em duas linhagens principais, H1N1 e H3N2, enquanto o tipo B divide-se em linhagens Victoria e Yamagata.
A influenza A é a mais comum, capaz de infectar tanto humanos quanto outros animais. Sua classificação baseiase em duas proteínas na superfície do vírus: hemaglutinina (H) e neuraminidase (N). Existem diversas cepas de influenza A, mas as linhagens H1N1 e H3N2 são predominantes em humanos. A influenza B também pode causar quadros graves e é exclusiva dos seres humanos, embora seja menos comum que a influenza A, podendo causar surtos significativos.
Esses vírus têm potencial para gerar variantes devido à sua natureza, com genoma composto por uma fita de RNA de sentido negativo. Durante a infecção das células epiteliais do trato respiratório, incluindo os pulmões, a replicação viral se baseia na síntese de RNA positivo por meio de uma RNA polimerase dependente de RNA, presente no pacote viral. Embora funcional na iniciação dos processos de tradução das proteínas virais, essa RNA polimerase não possui mecanismos eficientes de correção de síntese de RNA, resultando ocasionalmente em mutações que geram partículas virais não funcionais. No entanto, algumas mutações podem aprimorar o mecanismo de infecção viral, originando novas linhagens com maior capacidade de infectar as células hospedeiras.
A influenza é facilmente transmitida entre pessoas através de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra. Os sintomas comuns incluem febre alta no início do contágio, inflamação na garganta, calafrios, perda de apetite, irritação nos olhos, vômitos, dores articulares, tosse, mal-estar e diarréia, principalmente em crianças.
Em grande parte dos infectados, a doença pode durar de uma a duas semanas, mas fatores de risco e condições individuais podem prolongar o tempo de recuperação e aumentar a gravidade da doença.
Quando os sintomas exigem assistência médica, é crucial identificar a doença por meio de exames clínicos para orientar decisões médicas, como a internação.
De acordo com o InfoGripe (http://info.gripe.fiocruz.br/), que monitora os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no SINAN, Sistema de Informação de Agravos de Notificação (https://www.gov.br/saude/pt-br), os dados recentes indicam alta probabilidade de aumento no número de casos graves em 2024.

Boletins anteriores também destacam a sazonalidade da doença, observando que a queda das temperaturas no outono e inverno está associada ao aumento dos casos.
No atual contexto, em que a COVID-19 continua circulando e apresenta sintomas semelhantes à influenza, embora com abordagens sanitárias distintas, a solicitação de exames clínicos para identificar as diferentes infecções respiratórias pode contribuir significativamente para a saúde pública.
A Centerlab oferece diversas soluções rápidas para detecção direta dos antígenos presentes nos vírus da influenza por meio de kits de teste rápido de alta qualidade analítica, como:
– INFLUENZA A/B (H1N1) – ECO:

– COVID/FLU A/B Ag Combo – ECO:

– INFLUENZA A/B/H1N1 AG RAPID – LABTEST:

É crucial enfatizar a importância da vacinação como medida preventiva fundamental. A vacinação anual desempenha papel crucial na redução da propagação da gripe na comunidade, contribuindo para a proteção coletiva. Portanto, é essencial que as pessoas se vacinem anualmente, seguindo as orientações das autoridades de saúde locais, para ajudar a proteger a si mesmas e aos outros contra a influenza.
Além disso, outras medidas importantes para evitar a contaminação e a propagação do vírus são o uso de máscara, principalmente se você tiver algum sintoma e lavar as mãos com frequência, vamos evitar a propagação do vírus.
REFERÊNCIAS:
– Forleo-Neto, E., Halker, E., Santos, V. J., Paiva, T. M., & Toniolo-Neto, J.. (2003). Influenza. Revista Da Sociedade Brasileira De Medicina Tropical, 36(2), 267–274. https://doi.org/10.1590/S0037-86822003000200011
– https://bdm.unb.br/bitstream/10483/32876/1/2021_LailaEmanuelySantosOliveira_tcc.pdf
– https://butantan.gov.br/bubutantan/quatro-tipos-de-virus-diversos-subtipos-possiveis-proteinas-ligadas-umas-as-outras-conhecaum- pouco-mais-sobre-o-virus-influenza
– https://bvsms.saude.gov.br/h3n2-novo-virus-influenza-em-circulacao-nopais/#:~: text=Atualmente%2C%20s%C3%A3o%20conhecidos%20tr%C3%AAs%20tipos,e%20o%20A%20(H3N2).
– http://info.gripe.fiocruz.br/
por CenterLab | mar 26, 2024 | Uncategorized
De acordo com a Portaria nº 1.748/2011, os materiais perfurocortantes “são aqueles utilizados na assistência à saúde, que têm ponta ou gume, ou que possam perfurar ou cortar”, como por exemplo, agulhas e lâminas de bisturi. Um acidente com perfurocortante provoca uma exposição percutânea (ou seja, atravessa a pele), podendo expor o acidentado a um material biológico (como o sangue), que apresenta capacidade de carregar consigo vários tipos de patógenos. Os três mais envolvidos nesse tipo de acidente são HIV, hepatite B (HBV) e hepatite C (HCV).
No setor de saúde, acidentes provocados por materiais perfurocortantes é a maior causa da transmissão de doenças infecciosas, sendo os acidentes causados por agulhas os de maior risco. Mais de 50% de todos os casos registrados são relativos à equipe de enfermagem, seguidos por médicos e equipe de laboratório. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que dos 35 milhões de profissionais da saúde em todo o mundo, quase 3 milhões passam por exposições percutâneas a patógenos sanguíneos a cada ano. Dois milhões dessas exposições são ao Vírus da Hepatite B (HBV), 0,9 milhões ao Vírus da Hepatite C (HCV) e 170.000 ao Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV). Esses acidentes podem potencialmente resultar em 15.000 infecções por HCV, 70.000 por HBV e 1000 por HIV. Além disso, sabe-se ainda que as punções acidentais por agulha transmitem outros tipos de patógenos sanguíneos, incluindo vírus, bactérias, fungos e outros micro-organismos responsáveis por doenças como difteria, gonorreia, herpes, malária, sífilis, tuberculose, etc.
Além disso, o risco ocupacional após exposições a materiais biológicos é variável e depende do tipo de acidente e de outros fatores, como gravidade, tamanho da lesão, presença e volume de sangue envolvido, além das condições clínicas do paciente-fonte e uso correto da profilaxia pós-exposição. O risco de infecção por HIV pós-exposição ocupacional percutânea com sangue contaminado é de aproximadamente 0,3%, após exposição de mucosa, aproximadamente 0,09%. No caso de exposição ocupacional ao vírus da hepatite B (HBV), o risco de infecção varia de seis a 30%, podendo chegar até a 60%, dependendo do estado do paciente-fonte, entre outros fatores. Quanto ao vírus da hepatite C (HCV), o risco de transmissão ocupacional após um acidente percutâneo com paciente-fonte HCV positivo é de aproximadamente 1,8% (variando de 0 a 7%). Apesar de todos estes riscos, a falta de registro e notificação destes acidentes é um fato concreto. Alguns trabalhos demonstram aproximadamente 50% de sub-notificação das exposições de um conjunto estimado em aproximadamente 600 mil a 800 mil exposições ocupacionais, anualmente, nos Estados Unidos, por exemplo. Mais recentemente, esta estimativa foi reavaliada e se mostrou ser da ordem aproximada de 385 mil acidentes percutâneos por ano. No Brasil, de acordo com dados publicados em anais de congressos, o cenário dos acidentes ocupacionais envolvendo material biológico é semelhante aos observados em outros países, quando comparamos a incidência de acidentes e de subnotificação.
Após, devemos avaliar o acidente quanto ao potencial de transmissão de HIV, HBV e HCV. Isso é visto através do tipo de exposição, volume/tipo de material biológico, status sorológico da fonte (se possível) e status sorológico/susceptibilidade do exposto. A profilaxia dependerá do conjunto dessas informações, além do tempo transcorrido desde a exposição. Além disso, o acidente com perfurocortante já se enquadra como um tipo de exposição com potencial de transmissão. O volume/tipo de material biológico deve ser avaliado em cada caso. Se o material biológico não tiver risco potencial de transmissão dessas doenças, realizam-se apenas os cuidados locais da ferida. O tempo transcorrido após a exposição deve sempre ser perguntado, pois é um dos determinantes para início da profilaxia, sendo de até 72 horas para iniciar a profilaxia do HIV com antirretrovirais (ARV) e até 7 dias para da HBV (com vacina da Imunoglobulina Hiperimune contra Hepatite B (IGHAB) em caso de exposição percutânea). Para avaliação do status sorológico, é realizado teste rápido de HIV (detecta o anti-HIV), HCV (detecta o anti-HCV) e HBV (detecta o HBsAg) na pessoa exposta, além de verificar o status vacinal para HBV, necessitando da comprovação de imunidade através do anti HBs.
Se possível, a pessoa-fonte também deve realizar os mesmo testes rápidos, sem condicionar ou retardar o atendimento do acidentado à presença da fonte. Quanto à hepatite C, não há profilaxia. Deve-se realizar o acompanhamento, para que, caso venha a ocorrer o desenvolvimento da doença, seja feito um diagnóstico oportuno. O tratamento antiviral é muito eficaz e, quando realizado no início da doença, evita complicações mais graves.

Como devo conduzir um paciente que sofreu um acidente com material perfurocortante?
Quando ocorre um acidente com perfurocortante, a profilaxia pós-exposição (PEP) é a primeira coisa que pensamos, mas não podemos esquecer que a conduta imediata é o cuidado com a área exposta. Deve-se realizar uma lavagem exaustiva do local, com água e sabão, sendo o uso de soluções antissépticas degermantes uma opção adicional ao sabão. Não há evidência de que a expressão local reduza o risco de transmissão. Está contra-indicado procedimentos que aumentem a área exposta (como cortes e injeções locais) e o uso de soluções irritantes (como éter e hipoclorito de sódio).

A Centerlab possui em seu portfólio testes rápidos imunocromatográficos (HIV, HBV e HCV) que utilizam antígenos ou anticorpos como moléculas de captura e detecção com alta sensibilidade e especificidade. Muito práticos e rápidos, são realizados em uma única etapa, assegurando resultados mais precisos.
Ensaio imunocromatográfico para detecção qualitativa de anticorpos específicos de todos os isotipos (1, 2 e grupo O) do vírus HIV:
– Sensibilidade: 100% (166/166);
– Especificidade: 100% (715/715);
– Armazenamento: 2 a 30ºC;
– Amostra: soro, plasma e sangue total;
– Volume de Amostra: 20μL (Sangue total) e 10μL (Soro e plasma);
– Tempo do Teste: 10 minutos (não ler após 20 minutos);
– Validade: 24 meses.

Kit para determinação qualitativa do antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg), por método imunocromatográfico, usando anticorpos mono e policlonais imobilizados na membrana para identificação seletiva de HBsAg em amostras de soro:
– Sensibilidade: 100%;
– Especificidade: 99%;
– Armazenamento: 2 a 30ºC;
– Amostra: soro;
– Volume de Amostra: 100μL (Soro);
– Tempo do Teste: 10 a 20 minutos (não ler após 20 minutos).

Ensaio imunocromatográfico para detecção qualitativa dos anticorpos IgG, IgM, IgA antivirus da Hepatite C
– Sensibilidade: 100%;
– Especificidade: 99,7%;
– Armazenamento: 2 a 30°C;
– Amostra: sangue total, soro ou plasma;
– Volume de Amostra: 20uL (sangue total) e 10uL de soro/plasma;
– Tempo do Teste: 5 minutos (não ler após 20 minutos);
– Validade: 24 meses.

Acessem nossas redes sociais:

REFERÊNCIAS:
– https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_expos_mat_biologicos.pdf Acesso em: 18/03/2024;
– https://www.medway.com.br/conteudos/acidente-com-material-perfurocortante-como-e-o-protocolo/ Acesso em: 18/03/2024;
– https://aps-repo.bvs.br/aps/quais-acoes-devem-ser-realizadas-apos-um-acidente-com-perfurocortantes/ Acesso em: 18/03/2024;
– https://goldanalisa.com.br/produtos/10/228/hiv/#. Acesso em: 18/03/2024;
– https://www.wamadiagnostica.com.br/bulas/imuno-rapido/hbsag-1.pdf. Acesso em: 18/03/2024;
– https://ecodiagnostica.com.br/diagnostico-rapido/hiv-4-line-eco-teste/.Acesso em: 18/03/2024;
– https://ecodiagnostica.com.br/diagnostico-rapido/hcv-ab-eco-teste/. Acesso em: 18/03/2024.
por CenterLab | mar 4, 2024 | Uncategorized
Quando se fala em exames de rotina, as mulheres são mais cuidadosas que os homens em relação à sua saúde. Entretanto, vivemos em um mundo onde a jornada de trabalho, a vida pessoal e familiar da mulher está cada vez mais intensa, fazendo com que elas negligenciem a sua saúde. A correria do dia a dia, pode impactar na realização de exames de rotina que são extremamente necessários para o bom funcionamento do nosso corpo.
Embora seja fundamental o acompanhamento da saúde da mulher com exames básicos, nem todas conseguem manter essa rotina de forma adequada. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) divulgada pelo Instituto de Geografia Estatística e publicada pela Agência Brasil, nas regiões Norte e Nordeste menos de 50% das mulheres, entre 50 a 69 anos, fizeram mamografia em um intervalo menor que dois anos. As entrevistas foram realizadas entre 6 de agosto de 2019 e 13 de março de 2020.
A prevenção é fundamental para auxiliar na identificação de doenças e distúrbios que ainda estão em fase inicial. Com um diagnóstico precoce, podemos realizar o tratamento adequado, aumentando muito as chances de cura em inúmeras doenças.
Seguindo essa linha de raciocínio, listamos abaixo os exames mais realizados por mulheres, afim de lembrá-las de que cuidar da saúde deve vir sempre em primeiro lugar.
Alguns exames mais comuns para mulheres:
- Hemoglobina glicada: Avalia o controle do diabetes.
- Hemograma completo: Avalia os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
- Perfil lipídico: Avalia os níveis de colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos.
- Ureia e creatinina: Avaliam a função renal.
- TGO (AST) e TGP (ALT): Avaliam a função hepática.
- Gama GT: Avalia a função hepática e a saúde dos ossos.
- TSH: Avalia a função da tireoide.
- Eletroforese de proteínas: Avalia os níveis de proteínas no sangue.
- Urina EAS: Avalia a presença de sangue, glicose, proteínas e outras substâncias na urina.
- Papanicolau: Exame preventivo para o câncer de colo do útero.
- Mamografia: Exame de imagem para o câncer de mama.
- Densitometria óssea: Exame para avaliar a densidade mineral óssea e o risco de osteoporose.
É importante ressaltar que para saber quais exames devem ser feitos anualmente é necessário procurar um médico. Cada mulher é única e precisa de um determinado exame de acordo com a sua realidade e suas queixas. Portanto, aproveite esse mês das mulheres para cuidar de quem realmente importa. Tire um tempo para cuidar de você, da sua saúde. Faça os exames preventivos e garanta uma vida mais feliz e saudável.
Referências:
– blog – Clínica Ceu Diagnósticos
– blog – Memed+
por CenterLab | fev 28, 2024 | Uncategorized
Introdução
O BETA-HCG refere-se a sigla para a subunidade beta de um hormônio denominado gonadotrofina coriônica humana (HCG – Human Chorionic Gonadotropin). Ele é produzido quando o óvulo é fertilizado e o blastocisto (nome dado ao zigoto após as primeiras divisões celulares) se implanta no endométrio, que é o revestimento epitelial do útero. O hCG é um hormônio secretado pela camada de células externa do blastocisto.
A função do hCG é estimular o corpo lúteo a continuar produzindo os hormônios estrogênio e progesterona, o que previne a menstruação e permite a continuidade da gravidez. Além da implantação do óvulo fecundado, o β-hCG também tem papel na nutrição do embrião.
Como o beta hCG é um hormônio encontrado no sangue de mulheres que estão grávidas, a detecção da sua presença é utilizada nos testes de gravidez.
HCG durante a gestação:
Durante uma gestação, o sistema endócrino age de forma muito importante, produzindo diversos hormônios, regulando várias funções essenciais para o desenvolvimento seguro da gravidez.
Na gestação, o HCG é sintetizado por uma estrutura do embrião denominada trofoblasto, a camada externa de células do embrião, que dá origem à placenta e anexos da gravidez. Sua principal função é a devida
implantação e manutenção da gestação.
Durante os três primeiros meses de gestação o nível de beta HCG aumenta progressivamente. Portanto, logo nos primeiros dias de atraso menstrual, quando já se iniciou o processo de implantação e produção de beta HCG, espera-se que seja possível detectá-lo através de amostra de sangue ou urina. Porém, sempre tome cuidado ao interpretar o resultado de qualquer exame, pois a sensibilidade de detecção da molécula procurada pode ser maior ou menor dependendo do método do exame realizado, podendo ser recomendável repetir a avaliação em alguns dias. Importante enfatizar também que outros sintomas podem levar a maior ou menor suspeita de gravidez, auxiliando na interpretação dos resultados obtidos.
Portanto existe duas maneiras de medir a presença da Gonadotrofina Coriônica Humana. A quantitativa e a qualitativa.
Beta HCG quantitativo
O exame de beta HCG quantitativo é realizado visando a detectar não apenas a presença ou ausência deste hormônio, mas também os níveis do beta HCG presentes no sangue. Essa medida pode ser importante
para auxiliar na avaliação da evolução da gestação e compatibilidade com a idade gestacional esperada. Porém, é importante ressaltar que os valores não devem ser interpretados de forma isolada, visto que a capacidade de detecção da molécula do beta HCG e a forma de laudar o resultado podem variar de acordo com cada laboratório. A unidade comumente utilizada para informar a concentração de beta HCG no sangue é mUI/ml.
O resultado do exame de beta HCG quantitativo também pode auxiliar no acompanhamento de algumas alterações da gestação, como gravidez química, gravidez ectópica e aborto, visto que nestes casos o exame
pode ser seriado (acompanhado) para auxiliar a compreender a evolução do quadro.
Beta HCG qualitativo
Outra maneira de avaliar a presença do HCG é por meio do beta HCG qualitativo, que geralmente é mais rápido e simples. O teste de avaliação qualitativo são os testes rápidos, que indicam o resultado positivo ou
negativo.
Os testes rápidos de gravidez possuem grandes chances de acerto e podem ser realizados já no primeiro dia de atraso menstrual. Não é recomendado que seja realizado antes por risco de resultado falso negativo.
O exame beta HCG qualitativo é realizado em laboratório pela coleta de sangue ou urina, e geralmente, por ter uma metodologia um pouco mais simples, o laboratório libera o resultado em menor tempo em comparação ao quantitativo.
Mesmo após realizar o teste qualitativo, pode ser recomendado confirmar o diagnóstico (negativo ou positivo) por meio de uma dosagem quantitativa de beta HCG sanguínea. Isso porque, o resultado permite ter
mais informações sobre o estado inicial da gravidez, e possibilita um comparativo futuro caso sejam necessárias novas dosagens.
A Centerlab possui e disponibiliza em seu portfólio as duas metodologias: Tanto por ensaios Imunocromatográficos quanto por Imunofluorescência.
Metodologia Qualitativa por testes imunocromatográficos (teste rápido) Eco Diagnóstica, Analisa e Labtest.
Hcg 25 Mui Teste 100 Tiras Eco Diagnóstica

Hcg 25 Ui Cat – 50 Tiras Gold Analisa

Hcg Betatest Ref: 712K7/25 Labtest

Metodologia Quantitativo por Imunofluorescência é utilizado em conjunto com os analisadores point of care para determinar quantitativamente a β-Gonadotrofina Coriônica Humana (β-HCG), presente em amostras de soro, plasma ou sangue total. O HCG aparece no soro de mulheres grávidas cinco dias após a implantação do blastocisto e a sua concentração aumenta continuamente até ao terceiro mês da gravidez.
Temos disponíveis para beta quantitativo, os testes da Celer e Eco Diagnóstica, que podem ser feitos nos equipamentos abaixo:
Celer Finecare II Plus SE


O ECO F200 Point Of Care


por CenterLab | fev 7, 2024 | Centernews
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. Elas são transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de preservativo.
As IST podem se manifestar por meio de feridas, corrimentos e verrugas anogenitais, entre outros possíveis sintomas, como dor pélvica, ardência ao urinar, lesões de pele e aumento de ínguas.
São alguns exemplos de IST: herpes genital, sífilis, gonorreia, tricomoníase, infecção pelo HIV, infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV), hepatites virais B e C.
As IST aparecem, principalmente, no órgão genital, mas podem surgir também em outras partes do corpo (ex.: palma das mãos, olhos, língua). A preocupação é para o ano todo, mas é no Carnaval que o numero de casos aumenta. A elevação do número de exames laboratoriais após o evento são indícios que essas infecções se espalham mais facilmente nessa época festiva.
Algumas IST podem não apresentar sinais e sintomas, e se não forem diagnosticadas e tratadas, podem levar a graves complicações, como infertilidade, câncer ou até morte. Por isso, a grande importância em realizar exames laboratoriais para verificar se houve contato com alguma pessoa que tenha IST, após ter relação sexual desprotegida.
A Centerlab possui em seu portfólio testes imunocromatográficos que utilizam antígenos ou anticorpos como moléculas de captura e detecção com alta sensibilidade e especificidade. Muito práticos e rápidos, são realizados em uma única etapa, assegurando resultados mais precisos.
HIV Triline
Kit para determinação qualitativa e diferencial de anticorpos anti-HIV-1 e anti-HIV-2, separadamente, em amostras de soro, plasma ou sangue total por método imunocromatográfico. O Imuno-Rápido HIV Triline é um teste imunocromatográfico que determina qualitativamente a presença de anticorpos contra proteínas recombinantes correspondentes às glicoproteínas gp-41 e gp-120 do HIV-1 e à glicoproteína gp-36 do HIV-2
em amostras de soro, plasma ou sangue total.
Sífilis Total
Kit para determinação qualitativa de anticorpos (IgG e IgM) anti-Treponema pallidum no soro, plasma ou sangue total, por método imunocromatográfico. Utiliza uma dupla combinação de antígenos de Sífilis que permite detectar qualitativa e seletivamente os anticorpos anti-T. pallidum de diferentes classes (IgG e IgM) em soro, plasma e sangue total.
HBsAg
Kit para determinação qualitativa do antígeno de superfície do vírus da hepatite B (HBsAg), por método imunocromatográfico, usando anticorpos mono e policlonais imobilizados na membrana para identificação seletiva de HBsAg em amostras de soro. O Imuno-Rápido HBsAg é um teste para determinação qualitativa da presença de HBsAg em soro, que utiliza uma combinação de anticorpos monoclonais e policlonais para detecção seletiva de níveis elevados de HBsAg.
HIV/Sífilis ECO Teste
Ensaio imunocromatográfico para detecção qualitativa e simultânea de anticorpos específicos para HIV-1, incluindo subtipo O, HIV-2 e Sífilis (Treponema pallidum).
HCV
O Imuno-Rápido HCV é um teste imunocromatográfico para determinar qualitativamente a presença de anticorpos anti-HCV em amostras de soro, plasma e sangue total.
Referencias:
– https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/i/ist
– Vigilância Epidemiológica Ministério da Saúde (www.gov.br)
– Imuno-RÁPIDO – Reagentes – Wama Diagnóstica (wamadiagnostica.com.br)
– ecodiagnostica.com.br/diagnostico-rapido/categoria/doencas-infecciosas/
Página 3 de 41«12345...102030...»Última »