Conheça as vantagens do Sistema de Automação Laboratorial

A automação laboratorial permite que o laboratório seja mais produtivo, além de diminuir a possibilidade de erros humanos na manipulação das amostras e consequentemente nos resultados. O investimento em tecnologias nos laboratórios também reduz os custos com insumos e reagentes

A automação laboratorial corresponde à adoção de tecnologia em diversos segmentos do laboratório com o intuito de tornar os procedimentos mais rápidos e mais confiáveis. Ou seja, por meio do uso da tecnologia, é possível transformar processos que até então eram realizados de forma manual em processos automatizados. Como consequência disso, há o aumento da produtividade, uma vez que um sistema robotizado consegue realizar em menos tempo aquilo que anteriormente era feito pelo operador.

Segundo Ronan Pereira, gerente de pós-vendas da Labtest, as vantagens de se investir em um sistema automatizado são muitas. “Além do aumento da produtividade do laboratório, há também um aumento da qualidade dos resultados. Como o processo não é manual, há menor interferência do operador e redução de erros de procedimentos. O custo para o laboratório também se torna mais competitivo, pois, quando se trabalha com técnicas manuais, é necessário mais mão de obra, e o consumo de reagentes e insumos também é maior”, explica. O investimento em automação laboratorial é, portanto, uma prática que garante a modernização dos laboratórios e adequação às tendências mercadológicas da área.

PAPEL DA AUTOMAÇÃO NAS FASES OPERACIONAIS DO LABORATÓRIO

A adoção de um sistema de automação em um laboratório gera impactos positivos em todas as fases operacionais. Ronan Pereira explica que na fase pré-analítica, por exemplo, a automação pode ser adotada no sistema de cadastro do paciente e no preparo das amostras até a sua distribuição para as áreas analíticas – atualmente utilizados em laboratórios de grande volume. Com uso de softwares específicos, é possível criar um banco de dados que facilita os processos na fase seguinte.

Na fase analítica, é onde a automação se mostra mais  presente e resulta em ganhos mais evidentes em termos de produção para o laboratório. ” O laboratório ganha rapidez na execução de tarefas. A realização do teste de forma automatizada permite aos operadores o foco na interpretação dos resultados”, avalia Renata Regis, gerente de negócios da Labtest.

Por exemplo, com a utilização do Labmax 100, equipamento automático para testes bioquímicos e turbidimétricos, é possível a realização de até 100 testes por hora, com baixo consumo de reagente e menor volume de amostra – um ganho expressivo em produtividade e eficiência quando comparado aos testes realizados manualmente. Portanto, deixar de operar processos manuais para investir em um equipamento automático é a garantia de um melhor desempenho das análises e de economia para o laboratório.

Já na fase pós-analítica, a automação garante melhorias na liberação de resultados para o paciente. Há uma redução dos possíveis erros de transcrição, pois, quando feita manualmente, a liberação do resultado está sujeita à análise subjetiva do operador. Quando é automatizado, esse processo torna-se preciso. A velocidade da liberação dos resultados também é impactada devido à produtividade conquistada com a automação nas fases pré–analítica, analítica e pós-analítica. Assim, não só o laboratório sai ganhando, mas o paciente também, que recebe resultados confiáveis no menor tempo possível.

VALE A PENA INVESTIR EM AUTOMAÇÃO?

O investimento em um sistema de automação laboratorial gera vários benefícios para o laboratório, independente do porte. A primeira vantagem é a padronização da realização dos testes. Com uma interferência humana menor, a possibilidade de erros é reduzida se comparada aos equipamentos manuais ou semiautomáticos.

A segunda vantagem é a produtividade do laboratório, pois um sistema de automação garante que mais testes sejam realizados em menos tempo. Em terceiro lugar, há a redução de custos, já que os equipamentos automáticos permitem a utilização de uma menor quantidade de reagentes e insumos.

Agora que você já sabe as vantagens do sistema de automação laboratorial, conheça os equipamentos comercializados pela Labtest. Entre em contato com um dos nosso vendedores através do: vendas@centerlab.com.br.
Fonte: Labtest

Automação Laboratorial

Automação Laboratorial

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Automação Laboratorial
Nos últimos anos, a medicina laboratorial vem passando por grandes transformações decorrentes do avanço tecnológico marcante do século XX. A evolução da ciência trouxe à humanidade um avanço na modernização dos processos automatizados, visando redução de custo, uma melhor qualidade dos produtos e uma maior rapidez na produção.

Nas últimas décadas, a introdução da automação na medicina laboratorial foi destacada como a espinha dorsal na busca de eficiência e viabilidade das empresas atuantes nesse setor e expandiu-se em todas as fases dos processos no laboratório clínico: pré-analítica, analítica e pós-analítica.

O constante progresso tecnológico na área laboratorial tem possibilitado a ampliação do número e dos tipos de analitos passiveis de análise, aumentando, significativamente, a importância do laboratório na decisão médica e na tomada de condutas terapêuticas.

O Hemograma
O hemograma avalia as células sanguíneas de um paciente. É o exame mais solicitado pelos médicos, já que através dele é possível obter uma visão geral do indivíduo. Este exame é útil para a investigação de anemias, infecções bacterianas e virais, inflamações, distúrbios plaquetários e até mesmo leucemias. Por isso, os laboratórios clínicos necessitam de agilidade e precisão ao realizar esse tipo de procedimento.

Automação em Hematologia
Atualmente, os laboratórios clínicos realizam hemograma em equipamentos automatizados ou contadores automatizados em hematologia. Para alguns estudiosos, a automação é uma realidade na medicina, pois possibilita analisar maior quantidade de exames com segurança dos resultados e, consequentemente, atender um número maior de pacientes.

A Centerlab sempre em busca de inovações e tecnologia de ponta para o seu laboratório tem o prazer e orgulho de apresentar nosso novo parceiro, trata-se da empresa Japonesa Nihon Kohden.

A Nihon Kohden
A história da Nihon Kohden começou quando o Dr. Ogino fundou a Nihon Kohden, em 1951, com o objetivo de desenvolver avanços tecnológicos que revolucionariam a maneira como os profissionais de saúde combatiam as doenças.

O produto inicial da Nihon Kohden: a primeira unidade de eletroencefalograma (EEG) de oito canais operado por rede elétrica – mudou completamente a monitorização e diagnóstico de anormalidades no cérebro e estabeleceu firmemente a empresa como líder no campo de produtos médicos.

A Nihon Kohden foi pioneira em diversas outras soluções mundialmente conhecidas, como a tecnologia de oximetria de pulso (SpO2), a criação do conceito de monitor multiparamétrico, o primeiro desfibrilador operado à bateria e, recentemente, a ferramenta de débito cardíaco contínuo não invasivo (esCCO), mantendo desde estão o foco da empresa em tecnologia em saúde. Hoje a Nihon Kohden atua em mais de 120 países e regiões do globo.

No mercado de IVD (Diagnostico In Vitro) a Nihon lançou seu primeiro contador automático de células, o modelo MEK- 1100 em 1972. Ao longo dos anos, modelos mais avançados vêm sendo continuamente desenvolvidos. Com isso, a nova linha de analisadores hematológicos automáticos com contagem diferencial de WBC (leucócitos) em três partes (humano e veterinário) e 5 partes, a empresa pretende atender ao exigente mercado brasileiro com equipamentos com tecnologia avançada made in Japan.

Quadro Nihon Evolução

 

Temos o prazer de apresentar a tecnologia dos contadores hematológicos da linha Nihon Konden.
Para o Controle de Qualidade:

Celtac Alfa - Veterinário - Diferencial 4 Partes

Celtac Alfa - Humano - Diferencial 3 Partes

Celtac ES - Diferencial 6 Partes

Celtac G - Diferencial 7 Partes Automático

 

Referências:
– CAMPANA, G. A; OPLUSTIL, C. P. Conceitos de automação na medicina laboratorial: revisão de literatura. J Bras Patol Med Lab, vol. 47, n. 2, p. 119-127, abril 2011.
– VIEIRA, K. F. et al. A utilidade dos indicadores da qualidade no gerenciamento de laboratórios clínicos. J Bras Patol Med Lab, vol. 47, n. 3, p. 201-210, junho 2011.
– https://br.nihonkohden.com/
– http://www.scielo.br/pdf/jbpml/v47n2/v47n2a05.pdf