por CenterLab | mar 10, 2026 | Uncategorized
Confira informações importantes sobre a doença e saiba como se prevenir.
que é câncer do colo do útero?
É um tumor (multiplicação anormal das células) que se desenvolve na parte inferior do útero, chamada “colo”, que fica no fundo da vagina.
O que causa essa doença?
A infecção pelo vírus HPV (Papiloma Vírus Humano), é transmitido na relação sexual. A maioria das pessoas tem contato com esse vírus ao longo da vida, mas quase sempre ele é eliminado naturalmente. Se a infecção persistir, após vários anos podem aparecer lesões que, se não tratadas, podem causar câncer. Mulheres que fumam têm maior chance de ter câncer do colo do útero, pois o fumo facilita a infecção pelo HPV.
E o que as mulheres podem sentir?
No início, as mulheres não sentem nada. Mais tarde, podem aparecer sangramentos fora do período menstrual, dor e corrimentos. Esses sintomas são também comuns a outras doenças. Caso apresente algum desses sintomas, procure o serviço de saúde.
É possível prevenir o câncer do colo do útero?
Sim! Por meio da vacinação contra o HPV, antes do início da vida sexual, e do exame preventivo (Papanicolau). O uso do preservativo (camisinha) contribui para reduzir a transmissão do HPV. Essa proteção não é total, pois o vírus passa no contato íntimo durante as relações sexuais, mesmo sem penetração e entre pessoas do mesmo sexo.
Quem deve tomar a vacina contra o HPV?
Meninas e meninos de 9 a 14 anos, pois a proteção nesses grupos é maior do que em adultos. A vacina protege contra os principais tipos de HPV causadores do câncer do colo do útero, mas não todos. Portanto, é necessário que a mulher, mesmo vacinada, faça o exame preventivo na faixa de idade recomendada e use camisinha durante as relações sexuais.
O que é o exame preventivo?
É o exame que identifica possíveis lesões causadas pelo HPV. É colhido material do colo do útero e enviado para análise no laboratório. O exame é simples e rápido. Em alguns casos, pode causar algum incômodo.
Quem deve fazer o exame preventivo?
Mulheres entre 25 e 64 anos que já tiveram atividade sexual.
De quanto em quanto tempo o exame deve ser feito?
Como a evolução da lesão até o câncer é lenta, o exame pode ser feito a cada três anos.
Por que antes de 25 anos as mulheres não precisam fazer o exame?
Até essa idade, o câncer do colo do útero é raro, e as lesões mais frequentes causadas pelo HPV são as que se curam sem tratamento.
E após os 64 anos?
As mulheres poderão deixar de fazer o exame preventivo se pelo menos os dois últimos resultados tiverem sido normais. Entretanto, a consulta ginecológica continuará importante para avaliar outras doenças.
Onde encontrar a vacina?
A vacina e o exame preventivo estão disponíveis na unidade básica de saúde próxima de sua casa. Tão importante quanto fazer o exame é buscar o resultado.
Referências: gov.br, Março Lilás: mês de prevenção ao câncer de colo de útero. Disponível em: https://www.mpgo.mp.br/porthttps://www.gov.br/ibc/pt-br/assuntos/noticias/marco-lilas-mes-de-prevencao-ao-cancer-de-colo-de-uteroal/conteudo/fevereiro-roxo-o-mes-de-alerta-sobre-alzheimer-lupus-e-fibromialgia. Acesso em: 10 mar 2026
por CenterLab | abr 28, 2025 | Uncategorized
A vacinação é um dos maiores marcos da história da saúde pública. Responsável por erradicar doenças, reduzir internações e salvar milhões de vidas todos os anos, ela representa muito mais do que uma medida preventiva individual — é um compromisso com a saúde coletiva.
Com o avanço da ciência e a constante vigilância epidemiológica, os calendários de vacinação precisam ser atualizados para atender às demandas de cada contexto.
Em 2025, o Ministério da Saúde anunciou mudanças importantes no Calendário Nacional de Vacinação, e a Semana Mundial da Imunização vem reforçar, mais uma vez, o quanto essa prática salva vidas — desde os primeiros momentos da vida até a terceira idade.
Por que a vacinação é tão importante?
A vacina é uma das tecnologias mais eficazes, seguras e acessíveis para a prevenção de doenças infecciosas.
Sua importância se estende por diversos aspectos:
- Redução de hospitalizações e óbitos:
Doenças como poliomielite, sarampo, rubéola, meningite e hepatite A, já foram causas de mortes em larga escala no passado. Com a vacinação, não apenas sua ocorrência caiu drasticamente, como as formas graves também diminuíram.
- Custo-efetividade
A vacinação é um dos investimentos mais eficazes do ponto de vista econômico. Afinal, prevenir é sempre mais barato — e mais seguro — do que tratar!
- Proteção individual e coletiva:
Ao vacinar-se, a pessoa se protege e também protege quem está ao seu redor, especialmente aqueles que não podem receber determinadas vacinas por questões médicas.
- Prevenção de doenças emergentes e reemergentes
Em um mundo globalizado, com constante movimentação de pessoas e mudanças ambientais, o risco de surtos e pandemias é real.
A vacinação é uma barreira científica fundamental contra essas ameaças. E um exemplo recente foi a pandemia da COVID-19.
Mudanças no Calendário Nacional de Vacinação 2025
Com base em evidências científicas e estudos recentes, o Ministério da Saúde promoveu ajustes relevantes:
- COVID-19:
O imunizante segue no calendário com recomendações específicas por faixa etária e grupos de risco.
A medida reforça que a COVID-19 continua sendo uma preocupação de saúde pública e que a proteção precisa ser mantida.
- Influenza:
Agora faz parte do calendário para crianças entre 6 meses e 5 anos, além de gestantes, idosos e outros grupos prioritários.
É sempre bom lembrar que a gripe pode ter complicações graves — e a vacina é essencial para evitá-las.
- Rotavírus:
Houve ampliação da faixa etária para administração das doses:
1ª dose: entre 2 meses até 11 meses e 29 dias
2ª dose: até 23 meses e 29 dias
O objetivo é garantir proteção contra essa importante causa de diarreia grave em bebês.
- Poliomielite:
A dose de reforço com a vacina oral poliomielite bivalente (VOPb) foi substituída por uma dose da vacina inativada (VIP) aos 15 meses.
Essa mudança busca eliminar o uso da VOPb no Brasil, alinhando o país à estratégia global de erradicação da pólio.
Semana Mundial da Imunização 2025
24 a 30 de abril | Tema: “Imunização para todos é humanamente possível”
Promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a campanha de 2025 reforça o acesso igualitário à imunização em todas as fases da vida.
A ideia é clara: todas as pessoas, em todos os lugares, devem ter acesso à vacinação — um direito humano fundamental e uma ferramenta indispensável para sistemas de saúde resilientes.
A OMS ainda alerta que mais de 25 milhões de crianças deixaram de receber vacinas essenciais nos últimos anos, especialmente durante a pandemia. Recuperar essa cobertura é uma prioridade global.
E o papel dos laboratórios nisso tudo?
Os laboratórios clínicos também são protagonistas nesse cenário. Eles são fundamentais para:
- Confirmar diagnósticos de doenças imunopreveníveis.
- Realizar triagens sorológicas.
- Monitorar a resposta imunológica pós-vacinação.
- Garantir dados epidemiológicos confiáveis.
Investir em testes de alta qualidade, automatizados e precisos — como os oferecidos pela Labtest Virtue — é contribuir diretamente com estratégias de imunização mais eficazes.
Ou seja, em um cenário de avanços tecnológicos, novos desafios sanitários e maior acesso à informação, vacinar-se continua sendo um gesto de responsabilidade e cuidado — consigo mesmo e com os outros.
As mudanças no calendário de 2025 mostram que a ciência segue atenta e em movimento, e a Semana Mundial da Imunização nos convida a refletir: Como posso contribuir para um futuro mais saudável e justo para todos?
A resposta pode começar com uma simples pergunta ao médico ou uma visita ao posto de saúde mais próximo. Porque vacinar é um ato de esperança. E de humanidade.
Referência:
– Blog da Labtest