10 exames de sangue que devem fazer parte da rotina

10 exames de sangue que devem fazer parte da rotina

Os exames de sangue são ferramentas poderosas na detecção precoce de doenças e no monitoramento da saúde de maneira geral. Eles oferecem uma visão detalhada sobre o funcionamento do corpo e podem ajudar na prevenção e tratamento de condições sérias. Neste blog, vamos explorar os 10 exames de sangue mais importantes que devem fazer parte da sua rotina de cuidados com a saúde.

Exames de sangue são capazes de fornecer dados cruciais sobre o funcionamento dos órgãos vitais, como o fígado, os rins e a tireoide. Eles também podem indicar a presença de condições como diabetes, doenças cardíacas e até mesmo alguns tipos de câncer. Além disso, os exames de sangue permitem monitorar a eficácia de tratamentos médicos e avaliar se há desequilíbrios hormonais ou deficiências nutricionais.

Com base nos resultados, o médico pode orientar sobre o acompanhamento necessário e a implementação de medidas preventivas. Conheça agora os principais exames de sangue que ajudam a proteger sua saúde.

O hemograma completo é um dos exames mais comuns e fornece informações detalhadas sobre a quantidade e características das células sanguíneas. Ele mede o número de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas, além de avaliar os níveis de hemoglobina e hematócrito. Alterações no tamanho, formato ou concentração dessas células podem indicar condições de saúde específicas.

  • O que revela? Anemias, deficiências nutricionais, leucemias, infecções, doenças inflamatórias e problemas de coagulação.
  • Valores normais:
    • Glóbulos vermelhos: Masculino: 4,3–5,9 milhões/mm³; Feminino: 3,5–5,5 milhões/mm³
    • Hemoglobina: Masculino: 13,5–17,5 g/dL; Feminino: 12,0–16,0 g/dL
    • Plaquetas: 150.000–400.000/mm³

2. Glicemia de Jejum

A glicemia de jejum é um exame que mede a concentração de glicose no sangue após um período de jejum de 8 a 12 horas. Ele é fundamental para o diagnóstico de diabetes mellitus, pré-diabetes e outros distúrbios metabólicos relacionados à regulação da glicose.

  • O que revela? Alterações no metabolismo da glicose, incluindo diabetes mellitus, pré-diabetes e resistência à insulina. Também pode indicar disfunções endócrinas, como a síndrome metabólica.
  • Valores de referência:
    • Normal: 70–99 mg/dL
    • Pré-diabetes: 100–125 mg/dL
    • Diabetes: ≥126 mg/dL (confirmado em pelo menos duas medições ou associado a outros critérios diagnósticos)

3. Colesterol Total e Frações (LDL, HDL, VLDL)

O exame de colesterol total e suas frações mede os diferentes tipos de colesterol no sangue, sendo fundamental para avaliar a saúde cardiovascular e o risco de doenças.

  • Colesterol total: Soma o colesterol transportado por todas as lipoproteínas (LDL, HDL e VLDL). Níveis elevados podem indicar maior risco de problemas cardíacos.
  • HDL (“colesterol bom”): Retira o excesso de colesterol das artérias, levando-o ao fígado para eliminação. Níveis mais altos são considerados protetores contra doenças cardiovasculares.
  • LDL (“colesterol ruim”): Leva o colesterol para os tecidos. Quando em excesso, pode formar placas nas artérias, aumentando o risco de aterosclerose e infarto.
  • VLDL: Transporta triglicerídeos e contribui para a formação de LDL. Altos níveis estão associados ao aumento do risco cardiovascular.
  • O que revela?
    • Riscos de doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.
    • Alterações metabólicas, como dislipidemias e síndrome metabólica.
  • Valores de referência:
    • Colesterol total: <200 mg/dL
    • HDL: ≥60 mg/dL (bom); <40 mg/dL para homens e <50 mg/dL para mulheres (risco aumentado)
    • LDL: <100 mg/dL (ideal); <70 mg/dL em casos de alto risco cardiovascular
    • VLDL: 2–30 mg/dL
  • Nota: Manter uma dieta equilibrada, praticar exercícios e controlar o peso são fatores importantes para o controle saudável do colesterol.

4. Triglicerídeos

Os triglicerídeos são um tipo de gordura presente no sangue, derivados principalmente da alimentação. Eles são armazenados no tecido adiposo como reserva de energia e transportados na corrente sanguínea. Níveis elevados de triglicerídeos estão associados a um maior risco de problemas metabólicos e cardiovasculares.

  • O que revela?
    • Doenças cardiovasculares: Concentrações elevadas podem contribuir para a formação de placas de gordura nas artérias, aumentando o risco de infarto e AVC.
    • Pancreatite: Quando os níveis estão muito altos (acima de 500 mg/dL), há maior risco de inflamação no pâncreas.
    • Condições metabólicas: Como diabetes tipo 2 e síndrome metabólica.
  • Valores de referência:
    • Normal: <150 mg/dL
    • Limítrofe: 150–199 mg/dL
    • Alto: 200–499 mg/dL
    • Muito alto: ≥500 mg/dL
  • Importante: Para resultados precisos, o exame deve ser realizado em jejum de 8 a 12 horas. Fatores como alimentação rica em gordura, consumo de álcool e sedentarismo podem elevar os níveis de triglicerídeos.

5. Hemoglobina Glicada (HbA1c)

O exame de hemoglobina glicada (HbA1c) mede a média dos níveis de glicose no sangue ao longo dos últimos 2 a 3 meses. É amplamente utilizado para avaliar e monitorar o controle do diabetes, ajudando a identificar se os níveis de glicose estão bem controlados ou em risco de descontrole.

  • O que revela?
    • A eficácia do controle glicêmico em pessoas com diabetes.
    • O risco de complicações crônicas, como doenças cardiovasculares, renais e neuropatias.
  • Valores de referência:
    • Normal: Menos de 5,7%.
    • Pré-diabetes: Entre 5,7% e 6,4%.
    • Diabetes: 6,5% ou mais (necessário confirmar com outros exames).
  • Nota: A HbA1c é especialmente útil porque não depende de jejum e reflete tendências de longo prazo, ao contrário de medições pontuais de glicose. É um bom controle pode reduzir o risco de complicações associadas ao diabetes.

6. Função Hepática (TGO, TGP, Bilirrubinas)

Os exames de função hepática, como TGO (AST), TGP (ALT) e bilirrubinas, são fundamentais para avaliar a saúde do fígado. Eles ajudam a identificar danos nas células hepáticas, inflamações ou obstruções nos canais biliares, além de monitorar doenças crônicas do fígado.

  • TGO (AST): Essa enzima está presente no fígado, mas também em outros tecidos, como coração e músculos. Altos níveis podem indicar danos ao fígado ou a outros órgãos.
  • TGP (ALT): Essa enzima é mais específica do fígado e, quando elevada, costuma indicar danos diretamente relacionados às células hepáticas.
  • Bilirrubinas: Resultam da degradação da hemoglobina e são processadas pelo fígado. Alterações nos níveis podem indicar problemas hepáticos ou condições que afetam a bile ou os glóbulos vermelhos.
  • O que revela?
    • Lesões ou inflamações no fígado, como hepatites e esteatose hepática (fígado gorduroso).
    • Doenças mais graves, como cirrose ou obstruções biliares.
    • Outras condições, como anemia hemolítica, que afetam os níveis de bilirrubina.
  • Valores de referência:
    • TGO (AST): 10–40 U/L
    • TGP (ALT): 7–56 U/L
    • Bilirrubinas totais: 0,1–1,2 mg/dL
  • Nota: Alterações nesses exames geralmente indicam a necessidade de mais investigações para determinar a causa exata.

7. Função Renal (Creatinina, Ureia, Taxa de Filtração Glomerular)

Exames que avaliam a função renal, como a creatinina, a ureia e a Taxa de Filtração Glomerular (TFG), são importantes para identificar problemas nos rins, muitas vezes antes que sintomas clínicos apareçam. São especialmente indicados para pacientes com histórico de hipertensão, diabetes ou doenças cardiovasculares, pois essas condições aumentam o risco de doenças renais.

  • Creatinina: Subproduto do metabolismo muscular excretado pelos rins. Níveis elevados indicam que os rins não estão filtrando adequadamente.
  • Ureia: Produto da degradação das proteínas, também excretado pelos rins. Níveis elevados podem indicar problemas na função renal ou desidratação.
  • Taxa de Filtração Glomerular (TFG): Reflete a capacidade dos rins de filtrar o sangue. Uma TFG reduzida pode ser um sinal de insuficiência renal, principalmente em estágios iniciais.
  • O que revela?
    • Doenças renais crônicas ou agudas.
    • Diminuição da função renal, podendo evoluir para insuficiência renal.
    • Distúrbios relacionados ao metabolismo proteico ou hidratação inadequada.
  • Valores de referência:
    • Creatinina: 0,6–1,2 mg/dL
    • Ureia: 15–45 mg/dL
    • Taxa de Filtração Glomerular (TFG): >90 mL/min
  • Nota: A combinação desses exames permite monitorar a função renal e detectar alterações em estágios iniciais, possibilitando intervenções precoces.

8. Ácido Úrico

O exame de ácido úrico mede os níveis dessa substância no sangue, sendo útil para diagnosticar condições como a gota, pedras nos rins e distúrbios renais. O ácido úrico é um produto do metabolismo das purinas, compostos encontrados em certos alimentos e no corpo. Quando o ácido úrico não é excretado adequadamente pelos rins, pode se acumular no sangue, formando cristais que causam inflamação e dor.

  • O que revela?
    • Gota: Acúmulo de cristais de ácido úrico nas articulações, causando dor intensa, especialmente em locais como o dedão do pé.
    • Pedras nos rins: Formação de cristais de ácido úrico nos rins, o que pode levar à obstrução e dor.
    • Distúrbios renais: Problemas na capacidade de excretar o ácido úrico, podendo levar a complicações como insuficiência renal.
  • Valores de referência:
    • Homens: 3,4–7,0 mg/dL
    • Mulheres: 2,4–6,0 mg/dL
  • Nota: Níveis elevados de ácido úrico podem ser indicativos de gota ou de risco para problemas renais, mas é importante considerar outros fatores e exames para um diagnóstico completo.

9. Exame de Vitamina D

O exame de vitamina D avalia os níveis dessa vitamina lipossolúvel, que desempenha um papel crucial na saúde óssea, na regulação do cálcio e fósforo no organismo, e no funcionamento adequado do sistema imunológico. A deficiência de vitamina D pode levar a várias condições de saúde, incluindo doenças ósseas e autoimunes.

  • O que revela?
    • Deficiência de vitamina D: Níveis baixos de vitamina D podem comprometer a absorção de cálcio, levando ao enfraquecimento ósseo e aumento do risco de fraturas.
    • Risco aumentado de osteoporose: A deficiência crônica pode favorecer o desenvolvimento de osteoporose, especialmente em idosos.
    • Doenças autoimunes: Baixos níveis de vitamina D estão associados a um risco maior de condições como esclerose múltipla, artrite reumatoide e outras doenças autoimunes.
  • Valores de referência:
    • Normais: 30–60 ng/mL
    • Deficiência: <20 ng/mL
    • Insuficiência: 20–29 ng/mL

10. Ferritina

O exame de ferritina avalia os níveis dessa proteína no sangue, que é responsável por armazenar o ferro no organismo. A ferritina atua como um marcador dos estoques de ferro no corpo, sendo útil na investigação de distúrbios relacionados ao ferro, como a anemia ferropriva e a sobrecarga de ferro.

  • O que revela?
    • Anemia ferropriva: Níveis baixos de ferritina indicam a depleção das reservas de ferro no organismo, sendo um sinal clássico de anemia ferropriva, condição em que o corpo não possui ferro suficiente para produzir hemoglobina.
    • Sobrecarga de ferro: Níveis elevados de ferritina podem indicar uma sobrecarga de ferro no corpo, como na hemocromatose, uma condição em que o ferro é armazenado excessivamente nos órgãos.
    • Distúrbios hepáticos: A ferritina também pode ser elevada em condições inflamatórias ou hepáticas, como hepatites, cirrose ou doenças metabólicas.
  • Valores de referência:
    • Homens: 20–500 ng/mL
    • Mulheres: 20–200 ng/mL

Quando realizar esses exames de sangue?

A realização de exames de sangue deve ser parte da rotina de cuidados com a saúde, ajudando a identificar problemas antes que se tornem mais graves. Esses exames são indicados principalmente para monitorar condições de saúde existentes, como diabetes ou doenças cardiovasculares, ou para detectar sinais precoces de problemas em órgãos importantes, como o fígado e os rins.

Além disso, exames regulares podem auxiliar na avaliação da nutrição e do equilíbrio de substâncias essenciais no corpo, como vitaminas e minerais. A frequência dos exames depende de fatores individuais, como histórico médico, idade, estilo de vida e recomendação médica.

Nota: Os valores de referência podem variar de acordo com diretrizes específicas ou laboratórios, e sua interpretação deve considerar o contexto clínico do paciente.

Fonte: Blog FIRSTLAB

Título: Relação Neutrófilo/Linfócito (NLR): Uma Nova Janela Diagnóstica no Hemograma

Título: Relação Neutrófilo/Linfócito (NLR): Uma Nova Janela Diagnóstica no Hemograma

Autor: Pedro Thadeu Rocha Salles

O hemograma automatizado é um exame simples, acessível e amplamente utilizado nas análises clínicas. Apesar de sua execução ser relativamente fácil, ele fornece informações valiosas sobre o estado geral de saúde do paciente. Graças à ampla variedade de parâmetros avaliados, é possível estabelecer diversas relações e correlações, permitindo uma interpretação mais abrangente dos resultados.

Nesse contexto, pesquisadores têm investigado novos marcadores inflamatórios derivados de parâmetros já presentes no laudo do hemograma, como a razão neutrófilo-linfócito (NLR neutrophil-to-lymphocyte ratio).

O NLR é calculado pela divisão entre o número de neutrófilos e o número de linfócitos presentes no sangue. Em situações inflamatórias, a própria fisiologia da inflamação provoca danos celulares que resultam em um aumento mais expressivo na contagem de neutrófilos em relação aos linfócitos. Os neutrófilos desempenham um papel central nesse processo, sendo responsáveis pela fagocitose de células necróticas e de agentes infecciosos.

Estudos recentes indicam que o NLR pode contribuir para o diagnóstico de diversas doenças inflamatórias. No entanto, devido à natureza inespecífica das células envolvidas, esse marcador não apresenta especificidade para nenhuma patologia em particular, limitando-se a fornecer informações relevantes sobre o estado inflamatório geral do organismo em exames de rotina.

Nalbant et al. (2019) conduziram um estudo sobre a relevância do NLR no diagnóstico da COVID-19 e observaram que pacientes com NLR ≥ 2,4 apresentavam uma probabilidade 20,5 vezes maior de estarem infectados, em comparação com aqueles cuja NLR era ≤ 2,4. Esses achados indicam que o NLR é um parâmetro promissor e independente na avaliação de pacientes com COVID-19, podendo contribuir para o diagnóstico precoce da doença.

Teixeira et al. (2024) revisaram dados de pacientes com metástases ósseas em ossos longos, correlacionando os marcadores NLR e PLR (platelet-to-lymphocyte ratio) com a incidência de complicações e com as taxas de sobrevida pós-operatória. Os autores observaram que níveis elevados de NLR e PLR estão associados a uma menor sobrevida em pacientes submetidos a tratamento cirúrgico para metástase óssea, especialmente após os três primeiros meses do pós-operatório.

Tokgoz et al. (2013) investigaram a relação entre a razão neutrófilos-linfócitos (NLR) e a mortalidade em curto prazo em casos de acidente vascular cerebral agudo, concluindo que a NLR é um preditor significativo de mortalidade. Uma NLR elevada no momento da admissão pode ser um fator relevante na definição do tratamento clínico.

Embora o NLR seja um marcador simples e acessível, ele deve ser interpretado em conjunto com outros achados clínicos e laboratoriais, pois fatores como estresse, uso de medicamentos e outras condições médicas podem influenciar seus valores.

Em resumo, o NLR é uma ferramenta útil na prática clínica para avaliar o estado inflamatório e imunológico dos pacientes, contribuindo para o diagnóstico e o prognóstico de diversas doenças.

Pensando em inovação e eficiência, a Centerlab, em parceria com a Nihon Kohden, trouxe ao Brasil o que há de mais avançado no mercado japonês em soluções para diagnóstico clínico. Um dos destaques é o lançamento do Celltac Alpha Plus (MEK-1305), um analisador hematológico com diferencial de 3 partes e capacidade para realizar a análise da velocidade de hemossedimentação (VHS), fornecendo resultados em apenas 2 minutos por meio da tecnologia CiRHEX, sem a necessidade de tubos ou reagentes adicionais.

Além disso, o equipamento já inclui o cálculo automático do NLR integrado à liberação de resultados, tornando-se uma ferramenta poderosa no auxílio ao diagnóstico de condições inflamatórias dois grandes diferenciais que se somam à análise do hemograma de 3 partes.

Figura 1: Celltac Alpha Plus (MEK-1305)

REFERÊNCIAS:

Nalbant A, Kaya T, Varim C, Yaylaci S, Tamer A, Cinemre H. Can the neutrophil/lymphocyte ratio (NLR) have a role in the diagnosis of coronavirus 2019 disease (COVID-19)?. Rev Assoc Med Bras [Internet]. 2020Jun;66(6):746–51. Available from: https://doi.org/10.1590/1806-9282.66.6.746

Martins EC, Silveira L da F, Viegas K, Beck AD, Fioravantti G, Cremonese RV, et al.. Razão neutrófilo-linfócito no diagnóstico precoce de sepse em unidade de terapia intensiva: um estudo de caso-controle. Rev bras ter intensiva [Internet]. 2019Jan;31(1):64–70. Available from: https://doi.org/10.5935/0103-507X.20190010

Santos HO, Izidoro LFM. Neutrophil-Lymphocyte Ratio in Cardiovascular Disease Risk Assessment. Int J Cardiovasc Sci [Internet]. 2018Sep;31(5):532–7. Available from: https://doi.org/10.5935/2359-4802.20180038

PASQUALOTO, L. B. et al. Avaliação das razões neutrófilo-linfócito (NLR), neutrófilo-plaqueta (NPR) e plaqueta-linfócito (PLR) em pacientes pediátricos com ou sem trombocitopenia imune primária (PTI). Hematology, Transfusion and Cell Therapy, v. 46, supl. 4, p. S547–S548, 2024. DOI: https://doi.org/10.1016/j.htct.2024.09.918

Teixeira MS, Ribas CAPM, Franck CL, Tabushi FI, Teixeira AVR, Mello GJP, Carmo AB da C, Santos CEO dos, Nascimento-Filho GO do, Collaço LM. NEUTROPHIL-LYMPHOCYTE RATIO (NLR) E PLATELET-LYMPHOCYTE RATIO (PLR) PODEM SER INDICADORES DE PROGNÓSTICO PARA COMPLICAÇÕES OPERATÓRIAS E SOBREVIDA EM METÁSTASES ÓSSEAS? [Internet]. SciELO Preprints. 2024 [citado 8º de abril de 2025]. Disponível em: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/8885

TOKGOZ, Serhat et al. Neutrophil lymphocyte ratio as a predictor of stroke. Journal of Stroke and Cerebrovascular Diseases, v. 22, n. 7, p. 1169–1174, 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1016/j.jstrokecerebrovasdis.2013.01.011. Acesso em: 8 abr. 2025.